Mais de 80% dos médicos já sofreram violência durante exercício da profissão na Paraíba, diz CRM-PB

Cerca de 80,4% dos médicos da Paraíba já sofreram algum tipo de violência durante o exercício da profissão. Esses são dados do Conselho Regional de Medicina do estado (CRM-PB), divulgados durante evento de lançamento de um aplicativo voltado para denúncias de casos do tipo. O lançamento aconteceu nesta segunda-feira (19), em João Pessoa.

De acordo com o CRM-PB, os dados foram levantados a partir de pesquisa realizada pelo próprio conselho, em 2025. No país, mais de 4,5 mil boletins de ocorrência por crimes cometidos dentro de unidades de saúde foram registrados somente em 2024.

O presidente do conselho estadual disse que através do aplicativo, uma série de informações relativas aos casos de violência vão ser catalogados e, com isso, vai ser possível fazer um panorama geral e, a partir disso, adotar medidas concretas para evitar e coibir esses tipos de caso.

Esse aplicativo, que recebeu o nome de “Observatório da Violência contra o Médico”, foi enquadrado como sendo “mais eficaz” por poder concentrar as denúncias de violência contra a categoria, conforme disse o presidente do Sindicato dos Médicos da Paraíba (Simed-PB), Tarcísio Campos.

A Polícia Civil também participou do encontro de lançamento do aplicativo e reforçou o monitoramento dessas denúncias e o início de investigações sobre esses casos. O aplicativo já está disponível em versão iOS e também Android.

Com G1 Paraíba

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O governo federal antecipou os pagamentos do Bolsa Família de outubro e concentrou os depósitos em três datas. A parcela deste mês será a primeira com o piso de R$ 691, anunciado pelo governo em 17 de setembro. A antecipação foi anunciada nesta segunda-feira (19).

Segundo o governo federal, a mudança busca reduzir os impactos do super El Niño sobre as famílias mais vulneráveis.

A unificação também será adotada em novembro e dezembro, meses em que o fenômeno climático pode intensificar seus efeitos no país.

A decisão foi tomada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), com base em análises sobre o aumento de desastres climáticos e nas previsões para os próximos meses.

Mesmo com a medida anunciada pelo governo nesta segunda-feira, os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1 e 2 recebem nas datas já previstas pelo calendário regular. A mudança acontece a partir da quarta-feira, para aqueles com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.

Com G1