EM MONTEIRO: Polícia investiga se empresário suspeito de matar adolescente de 15 anos usava padaria para aliciar menores

A Polícia Civil da Paraíba investiga se o empresário Gilson Cruz, principal suspeito de matar jovem de 15 anos, mantinha relações com outras menores de idade. As informações foram divulgadas durante reportagem do Fantástico.

A adolescente Maria Vitória, de 15 anos, foi morta pelo empresário de 56 anos, com quem mantinha um relacionamento, no dia 14 de julho.

Maria Vitória começou a trabalhar na padaria de Gilson em 2022 e segundo a família da vítima, o relacionamento entre os dois começou poucos meses depois, quando ela tinha 13 anos.

Na reportagem, relatos de testemunhas constam que Gilson promovia festas regadas a bebidas alcoólicas com as amigas de Maria Vitória, outras menores.

O delegado Sávio Siqueira informou que a polícia quer ouvir amigas de Vitória e ex-funcionárias da padaria, lugar supostamente utilizado para atrair essas meninas.

Um ex-funcionária, atualmente maior de idade, conta que precisou ser mais rígida para afastar Gilson no local de trabalho. “De primeira, ele já quis ficar comigo porque ele falou que eu era muito bonita e que ia dar muito bem num trabalho, né? Aí depois que eu passei um bom tempo lá, né, na padaria, eu comecei a cortar, comecei a ser mais rígida, porque eu vi que não precisava mais daquilo”, relatou.

Com ClickPB

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Faleceu nesta quinta-feira (24), no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, Rosimere Silva Medeiros, de 37 anos, vítima de um grave acidente ocorrido na PB-200, no município de Santo André, no Cariri paraibano.

Rosimere estava internada desde o mês de junho, após sofrer o acidente nas proximidades de uma creche, nos arredores da cidade. De acordo com as informações divulgadas, ela conduzia uma motocicleta quando colidiu violentamente com um garrote que estava solto na rodovia. Desde então, permanecia hospitalizada tentando se recuperar dos ferimentos.

Moradora de Santo André, Rosimere deixa o companheiro e dois filhos. Segundo informações apuradas pelo portal Heleno Lima, a família havia retornado de São Paulo com o objetivo de construir uma casa e criar os filhos no município, buscando uma vida mais tranquila no Cariri.

Rosimere e o marido trabalhavam juntos com a venda de pastéis, caldo de cana e outros produtos em feiras e festas realizadas nas cidades da região. A confirmação de sua morte, após meses de internação, causou comoção entre familiares, amigos e moradores de Santo André.

De Olho no Cariri

Com Heleno Lima