Câmara de Monteiro tem contas de 2023 reprovadas e ex-presidente é condenado a devolver mais de R$ 11 mil ao erário

O não empenhamento de despesas previdenciárias e despesas não comprovadas com serviços de advocacia contribuíram para a desaprovação, na manhã desta quinta-feira (20), pela 1ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado, das contas de 2023 apresentadas pela Câmara dos Vereadores de Monteiro, no Cariri.

Mas o presidente, Idervaldo Campos Beliz (Republicanos), conhecido popularmente como Luto de dona Socorro, a quem foi imposto débito superior a R$ 11 mil, ainda pode recorrer dessa decisão tomada conforme voto do conselheiro Fernando Catão, relator do processo.

No transcurso da mesma sessão, tiveram suas contas aprovadas a Câmara de Serra da Raiz (2023), os Institutos de Previdência de Nova Palmeira (2021), Remígio (2023), Poço de José de Moura (2015) e, ainda, o Instituto Cachoeirense de Previdência Municipal (2016), em todos os casos com ressalvas.

O órgão fracionário do TCE também entendeu pela regularidade dos repasses previdenciários promovidos pela Procuradoria Geral de Justiça, no exercício de 2023.

O DER teve denegado o provimento a recurso de reconsideração com o qual pretendia modificar o acórdão AC1-TC-0877/24 que lhe fora desfavorável quando do julgamento de Termo Aditivo a contrato para manutenção da malha rodoviária.

A 1ª Câmara do Tribunal de Contas da Paraíba tem como integrantes os conselheiros Antonio Gomes Vieira Filho (presidente), Nominando Diniz, Fernando Catão e Renato Sérgio Santiago Melo (substituto).

O quorum desta quinta-feira foi completado, quando do julgamento dos dois primeiros processos, pelo conselheiro substituto Marcus Vinícius Carvalho Farias.

O Ministério Público de Contas está aí representado pelo subprocurador geral Luciano Andrade Farias.

Com Heleno Lima

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A Prefeitura Municipal de Livramento, por meio da Secretaria Municipal de Educação, realizou, na última sexta-feira (4), um importante momento de formação, reflexão e diálogo sobre inclusão, reunindo profissionais da educação e famílias de alunos atípicos do município.

Com o tema “Escola e Inclusão: uma conexão necessária”, o encontro foi conduzido pela professora Ana Sobreira, psicopedagoga, neuropsicopedagoga, especialista em Saúde Mental, mestra em Educação e graduanda em Psicologia, que compartilhou conhecimentos e estratégias voltadas ao fortalecimento das práticas inclusivas no ambiente escolar.

Durante a manhã, o momento foi destinado aos professores das redes municipal e estadual de ensino e aos profissionais de apoio. Foram abordados temas relacionados à neurociência, psicologia cognitiva e inclusão, com reflexões sobre o desenvolvimento e as potencialidades dos alunos neurodivergentes.

Um dos pontos de destaque foi a importância da saúde mental dos educadores. Por meio de dinâmicas e atividades de interação, foram proporcionados momentos de descontração, reflexão e escuta, ressaltando que aqueles que cuidam e ensinam também precisam ser cuidados. A proposta foi fortalecer o olhar dos profissionais para suas próprias emoções e, ao mesmo tempo, para os desafios e potencialidades presentes no processo de inclusão.

No período da tarde, o encontro foi dedicado às famílias de alunos atípicos, proporcionando um espaço de acolhimento, escuta, orientação e troca de experiências. Pais, mães e responsáveis puderam compartilhar sentimentos, vivências e desafios relacionados ao processo de inclusão, fortalecendo a parceria entre família e escola.

Conduzido por Ana Sobreira, o momento possibilitou uma reflexão coletiva sobre a importância de compreender as necessidades de cada criança e valorizar suas potencialidades, contribuindo para a construção de uma aprendizagem cada vez mais significativa e inclusiva.

A equipe gestora da Educação Municipal destaca que Livramento vem avançando na construção de uma educação inclusiva, com ações desenvolvidas ao longo dos anos e o fortalecimento das políticas e práticas voltadas aos estudantes atípicos.

O encontro foi marcado pela conexão entre gestão, profissionais da educação e famílias, reafirmando que a inclusão é um compromisso coletivo e que a união entre escola e família é fundamental para garantir o desenvolvimento, a aprendizagem e a participação de todas as crianças.