UFPB terá 15 novas graduações, seis delas com início em 2027

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) teve 15 novos cursos de graduação aprovados e seis deles já iniciam em 2027. De acordo com a instituição, serão criadas 760 novas vagas, além de novas áreas para docentes.

As propostas foram discutidas e aprovadas e, por ora, encontram-se em tramitação para implementação. Para as vagas de docência, 23 serão ofertadas em 2026 e outras 49 em 2027.

Os novos cursos estão distribuídos entre os seguintes centros:

Campus I – João Pessoa

  • Centro de Biotecnologia (CBIOTEC)

– Bebidas Fermentadas e Funcionais;
– Perícia Criminal e Biotecnologia Forense;
– Gestão da Qualidade;

  • Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR)

– Engenharia de Mobilidade e Combustíveis do Futuro;
– Engenharia de Automação e Sistemas Inteligentes

  • Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN)

– Física ABI*, com formação em Física Geral, Física Médica e Física em Tecnologias Quânticas. (Área Básica de Ingresso)

  • Centro de Tecnologia e Desenvolvimento Regional (CTDR)

– Bioindústria;
– Tecnologia em Gestão de Eventos.

Campus III – Bananeiras

  • Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA)

– Psicologia;
– Educação Especial Inclusiva;
– Gastronomia;
– Tecnologia em Inteligência de Mercado e Análise de Dados;
– Gestão do Turismo;
– Tecnologia em Gestão de Negócios e Inovação;
– Nutrição.

Com Portal Correio

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri