NO CARIRI: Polícia Civil captura condenada pelo crime de homicídio

Na tarde desta quarta-feira (19), a Polícia Civil da Paraíba, por meio do Grupo Tático Especial (GTE) de Monteiro cumpriu um mandado de prisão contra uma mulher acusada de homicídio em um processo judicial. A ordem de prisão foi decretada pela Vara Única de Sumé.

O mandado foi expedido no último dia 17 de março e, em apenas dois dias as equipes de investigação conseguiram localizar e prender a acusada. Após um trabalho de inteligência e levantamento de informações sobre seu paradeiro, os policiais realizaram uma operação de vigilância e efetuaram a prisão às margens da BR 110, no município de Ouro Velho.

A Polícia Civil destaca a importância da participação popular no combate à criminalidade e na garantia do cumprimento da lei. Informações que possam auxiliar nas investigações podem ser repassadas de forma anônima pelo Disque Denúncia da Polícia Civil, pelo número 197.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB