Homem é preso em Arara/PB por agredir pais idosos e expulsá-los de casa

Mandado de prisão foi cumprido por policiais civis e militares após denúncias de maus-tratos extremos; pai chegou a fingir-se de morto para escapar da fúria do filho.

Policiais Civis da 21ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC), com apoio de Policiais Militares, cumpriram um mandado de prisão na cidade de Arara, no Agreste paraibano, contra um homem acusado de praticar atos de extrema crueldade contra os próprios pais, ambos idosos.

De acordo com a Polícia, o investigado vinha cometendo agressões físicas frequentes, além de ameaças de morte, o que culminou na expulsão das vítimas da residência familiar. O caso ganhou contornos ainda mais graves após relatos de que o pai, em uma das ocasiões, foi amarrado em uma cama e chegou a fingir-se de morto como forma de escapar da violência do filho.

As autoridades informaram que o mandado de prisão foi expedido pela Justiça após apuração dos fatos e denúncias recebidas. O homem foi localizado e preso em Arara, sendo conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis.

As vítimas estão sendo acompanhadas por órgãos de assistência social e de proteção ao idoso.

A Polícia Civil reforça a importância da denúncia em casos de violência familiar, especialmente contra pessoas em situação de vulnerabilidade, como os idosos. O sigilo é garantido, e a ação rápida das forças de segurança é essencial para prevenir tragédias.

O caso seguirá sob investigação.

De Olho no Cariri

Com Instagram Zé Cláudio Tv

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil