Wilson Filho apresenta projeto que cria medalha ‘Gabriel Diniz’ a artistas que levem o nome da Paraíba para Brasil

O deputado estadual Wilson Filho (PTB) apresentou na semana passada o projeto de resolução de nº 83/2019 que cria a medalha Gabriel Diniz para ser concedida a artistas de destaque que representem a Paraíba pelo Brasil afora.

“Uma homenagem merecida a um artista que, apesar de não ser paraibano de nascença, escolheu nosso Estado de coração, para morar e para iniciar a sua promissora carreira artística. GD, como era conhecido carinhosamente, levou o nome do nosso Estado para o Brasil e para o mundo. É um gesto de reconhecimento pelo seu legado e de gratidão por ele ter levado a Paraíba no coração para o Brasil e o mundo”, pontuou Wilson.

Segundo determina o projeto, poderão ser concedidas, anualmente, três medalhas Gabriel Diniz para artistas, paraibanos ou não, que no desempenho de suas atividades culturais enalteçam o nome da Paraíba no Brasil e no exterior.

A entrega da Medalha, se aprovada pela Assembleia Legislativa da Paraíba e sancionada pelo presidente Adriano Galdino (PSB), precisará ser aprovada por pelo menos um terço dos parlamentares ou pode ser acatada, também, por iniciativa do presidente da Casa de Epitácio Pessoa. A medalha será acompanhada de um diploma, registro em livro próprio, em que constarão os dados do agraciado e o motivo da outorga.

Com Wscom

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri