“Vade retro Satanás”: padre Djacy se revolta com postagem de Donald Trump vestido como papa

O padre paraibano Djacy Brasileiro condenou uma publicação feita pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em que aparece vestido como papa. O religioso publicou em suas redes sociais diversas críticas ao post do líder político norte americano.

“Nojento, seboso, podre, fedorento, amaldiçoado, infeliz, gotaserena, cão, demônio, besta fera. Que mais?”, disse o religioso na postagem em suas redes sociais, no último domingo (5). O religioso é pároco da paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, da cidade de Pedra Branca, no Vale do Piancó, Diocese de Cajazeiras, Paraíba.

Uma onda de indignação internacional critica a imagem gerada por inteligência artificial e publicada no Twitter de Trump, poucos dias após ele e sua esposa, Melania, participarem do funeral do papa Francisco, falecido aos 88 anos.

Trump chegou a afirmar, em tom de piada, que gostaria de ser o novo papa, embora tenha mencionado o cardeal Timothy Dolan, de Nova York, como um “muito bom” candidato.

A imagem, compartilhada inicialmente na plataforma Truth Social e depois replicada pela conta oficial da Casa Branca na rede X (antigo Twitter), mostra Trump sentado em um trono ornamentado e com vestes e paramentos papais brancos e com o dedo indicador erguido.

A imagem foi publicada às vésperas do conclave que elegerá seu sucessor, marcado para o dia 7 de maio.

Com ClickPB

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou nesta quinta-feira (3) o sigilo de decisão que aponta supostas irregularidades na atuação do ministro André Mendonça na relatoria de processos relacionados às operações Sem Desconto e Compliance Zero.

Moraes encaminhou a decisão e os relatórios de inteligência da Polícia Federal que a fundamentam ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin.

A decisão foi tomada no âmbito do Inquérito 4.781, instaurado em 2019 para apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e outras infrações contra integrantes do Supremo, além de possíveis esquemas de financiamento e divulgação de fake news em massa nas redes sociais.

Na decisão, Moraes determinou que o conjunto de documentos seja encaminhado a Fachin “para as providências que entender necessárias”. Também determinou que a Procuradoria-Geral da República seja comunicada.

De Olho no Cariri

Com Agência Brasil