Um mês após as eleições, prefeito eleito de Santo André reclama que atual gestão não sinaliza para fazer transição de governo

No dia em que a maioria dos prefeitos eleitos tem utilizado as redes sociais para celebrar o resultado das urnas e até falar de projetos para o novo governo, o prefeito eleito de Santo André se utilizou das redes sociais para cobrar um direito que lhe assiste e um dever constitucional e moral do atual prefeito com a população.

Edglei Amorim disse que desde o dia 25 de novembro protocolou um expediente indicando alguns representantes para a transição de governo, mas até agora não foi informado se a Prefeitura constituiu ou não a comissão por meio de portaria ou decreto, conforme orienta o Tribunal de Contas do Estado.

O prefeito eleito informou ainda que protocolou um pedido de informações no último dia 04 de dezembro, a fim de tomar conhecimento de informações necessárias para o início do próximo governo e três semanas depois, a Prefeitura de Santo André não fez qualquer manifestação.

“Estamos há apenas 15 dias do início de nossa gestão e até agora a única coisa que temos conhecimento são das medidas administrativas (leis e decisões) que o prefeito vem fazendo de forma estranha, após o resultado nas urnas. É visível que a intenção de obstacular o início do próximo governo”, lamentou Edglei Amorim.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A respeito do Inquérito Civil Público instaurado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) para apurar suposto uso de alimentos da merenda escolar na Escola José Bonifácio de Andrade, localizada no Distrito de Pio X, a Prefeitura Municipal de Sumé esclarece que, no mês de fevereiro do corrente ano, a Secretaria de Obras designou dois servidores efetivos para se deslocarem da sede administrativa até a referida unidade escolar. A missão dos trabalhadores visava realizar reparos estruturais necessários, bem como proceder à análise técnica para a instalação de equipamentos e outras melhorias na infraestrutura do prédio.

Como os serviços executados demandaram dois dias consecutivos de trabalho e a unidade fica distante 30 quilômetros da sede do município, ficou previamente acordado que os profissionais poderiam realizar suas refeições na própria escola. A medida foi adotada para otimizar o tempo de execução das benfeitorias, evitar transtornos à rotina de alunos e professores, e dispensar o deslocamento duplo de ida e volta ao longo do dia.

A Prefeitura de Sumé reitera que a merenda escolar é destinada prioritariamente aos estudantes, premissa seguida à risca em toda a rede municipal. As refeições ofertadas aos dois servidores restringiram-se exclusivamente às sobras da merenda escolar, ou seja, foram consumidas apenas após todos os alunos da unidade terem se alimentado satisfatoriamente, sem nenhum prejuízo ou comprometimento da alimentação diária dos estudantes.

Vale ressaltar que, como a situação envolveu tão somente o aproveitamento de excedentes, sem gerar acréscimos ou necessidade de novos insumos, não houve qualquer necessidade de ressarcimento por parte da Secretaria Municipal de Obras. O quantitativo de merenda destinado à unidade é suficiente para atender com plenitude a todos os alunos matriculados.

Por fim, a gestão municipal reforça seu compromisso com a transparência e informa que todas as listas, documentos de repasses financeiros, registros de alimentos recebidos nos meses de fevereiro e março de 2026 e quantitativos de alunos atendidos foram integralmente entregues ao Ministério Público a época e dentro do prazo solicitado, juntamente com todos os esclarecimentos pertinentes ao caso.

Assessoria