TST abre inscrições de concurso com 52 vagas e remunerações de até R$ 10,4 mil

O Tribunal Superior do Trabalho abre nesta quinta-feira (17) as inscrições de concurso público para cargos do quadro permanente de pessoal e formação de cadastro de reserva. São 52 vagas, distribuídas em seis carreiras de nível superior e três de nível médio. Para alguns cargos, a remuneração inicial chega a R$ 10,4 mil. Confira aqui o edital do certame.

As inscrições vão até 22 de setembro e devem ser feitas exclusivamente pela internet, no site da empresa organizadora.

Para o nível superior são disponibilizadas 11 vagas de analista judiciário em diferentes habilitações. A remuneração inicial é de R$ 10.461,90, e a taxa de inscrição é de R$ 120.

No nível médio estão disponíveis 41 vagas. A remuneração inicial, neste caso, é de 6.376,41. A taxa de inscrição fica por R$ 80.

Em ambos os casos, há cotas para negros e pessoas com deficiências, dependendo da quantidade de vagas disponíveis.

Com Portal Correio

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB