Três cidades do Cariri passarão a receber novos profissionais do Mais Médicos

O Ministério da Saúde divulgou, nessa segunda-feira (08), a segunda fase do Edital do Programa Mais Médicos na Paraíba.  Nove vagas distribuídas em sete municípios não foram ocupadas na fase inicial e devem ser preenchidas, enquanto 50 profissionais já se apresentaram às cidades e devem começar a atender a população

Os municípios de Santana dos Garrotes, Amparo, Cachoeira dos Índios, Solânea e Pocinhos devem receber um profissional, enquanto Nova Floresta e Cuité serão contemplados com dois médicos do programa nesta segunda fase.

A segunda etapa é direcionada aos médicos brasileiros formados em instituições estrangeiras que têm até esta quarta-feira (10) para se inscrever nas vagas remanescentes. Os profissionais que aderirem ao programa devem começar a atuar na Atenção Primária de Saúde entre 16 de agosto e 25 de setembro.

A reposição de profissionais do Mais Médicos atende às populações de áreas com maiores dificuldades de acesso, como ribeirinhas, fluviais, quilombolas e indígenas e que dependem do atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda no Estado, profissionais do programa já foram selecionados para atuar nos municípios de Bonito de Santa Fé, Brejo do Cruz, Cajazeiras, Cajazeirinhas, Itaporanga, Jericó, Marizópolis, Triunfo, São Bento, Cacimba de Dentro, Pombal, Sousa, Alagoa Nova, Alagoinha,  Baraúna, Barra de São Miguel, Aroeiras, Alagoa Grande, Belém, Caiçara, Pilar, Lucena, Livramento, Pilões, Pitimbu, Remigio, Santa Rita, Campina Grande, Cruz do Espirito Santo, Fagundes, Frei Martinho, Gurinhém e Ingá.

De Olho no Cariri

Com Mais PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri