Termina hoje cadastramento da terceira chamada da UFCG

Campus da UFCG, em Sumé.

Termina nesta sexta-feira, dia 25, o cadastramento dos candidatos convocados na terceira chamada do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) 2017.2 para 36 cursos de graduação da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).

Ao todo, foram convocados nesta terceira chamada 812 candidatos. Clique aqui e confira o resultado.

Para o cadastramento, é exigida a apresentação da seguinte documentação: certificado de conclusão do ensino médio ou curso equivalente, ou diploma de graduação em curso superior, devidamente assinado pelo candidato e pela escola; documentos de identidade e CPF; título de eleitor e comprovante de voto na última eleição (primeiro e/ou segundo turno da eleição de 2016); certidão de nascimento ou casamento; comprovante de residência; e prova de quitação no Serviço Militar para os candidatos brasileiros do sexo masculino.

Os candidatos aprovados nas vagas reservadas devem apresentar documentação complementar comprovando ter cursado o Ensino Médio na rede pública de ensino e apresentar renda familiar per capita.

O cadastramento deve ser realizado na coordenação do curso no qual o candidato foi classificado, das 8h às 11h30m e das 14h às 17h. O não comparecimento ou não apresentação da documentação exigida implicará na perda do direito à vaga.

Ainda estão previstas mais quatro chamadas, totalizando oito, conforme a disponibilidade de vagas. A próxima lista deve ser liberada na próxima segunda-feira, 28. O início das aulas está previsto para 9 de outubro, segundo o calendário acadêmico.

Mais informações estão disponíveis no edital.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB