SUSTO: Enivaldo Ribeiro é internado no Sírio Libanês em São Paulo

Após sentir fortes dores abdominais, o ex-prefeito de Campina Grande, Enivaldo Ribeiro, foi levado as pressas para o Hospital Sírio Libanês em São Paulo.

De acordo com as primeiras informações, foi confirmado a existência de cálculos biliares (pedras na vesícula). O ex-gestor foi transferido no último dia 15 de setembro e a informação não foi divulgada pelos familiares.

Nesta segunda (20), o blog confirmou que após realizar procedimentos cirúrgicos, Enivaldo passa bem, mas não tem data para retornar à Paraíba.

Em novembro do ano passado, o ex-prefeito foi submetido a um procedimento cirúrgico para o tratamento de diverticulite, doença que atinge a parede interna do intestino e se recuperou bem.

De Olho no Cariri

Blog do Márcio Rangel

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1