SES identifica casos de arboviroses em 106 municípios da Paraíba

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta quinta-feira (1º), o boletim epidemiológico nº 6 de arboviroses, que informa dados dos agravos em 2023 na Paraíba, até o dia 27 de maio.

Os casos prováveis de arboviroses foram identificados em 106 dos 223 municípios paraibanos.

De acordo com o documento, foram registrados no período 5.224 casos prováveis de arboviroses na Paraíba, sendo 4.326 de dengue, 847 de chikungunya e 51 de zika.

Os dados mostram que houve redução de 72% para os casos prováveis de dengue quando comparados ao mesmo período do ano de 2022, quando 15.495 casos prováveis foram registrados.

Já para os casos prováveis de chikungunya, há uma redução de 93%. Para zika, a redução é de 88%.

Casos confirmados e óbitos

Dos 4.326 casos prováveis de dengue informados no Boletim, 2.798 foram confirmados.

Para chikungunya, foram confirmados 629 casos e, dos 51 casos prováveis de zika, 29 foram confirmados, nenhum deles em gestantes.

Até o momento, a Paraíba confirmou dois óbitos por dengue, um no município de Sousa e outro em Baraúna. Oito óbitos suspeitos por arboviroses foram descartados e nove estão em investigação.

Prevenção

A técnica em arboviroses da SES, Carla Jaciara, lembra que a população deve continuar com os cuidados e manter os locais que podem servir de criadouro para o mosquito sempre limpos.

“O período de chuva traz uma maior probabilidade de incidência das arboviroses. É sempre bom lembrar que os recipientes com água devem ser esvaziados ou limpos frequentemente, incluindo caixas d’água, cisternas, vasos de plantas, bebedouros de animais domésticos e aquários. As calhas não podem ser esquecidas e qualquer objeto que possa acumular água com as chuvas no quintal ou jardim deve ser monitorado para evitar proliferação”, disse.

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O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) apontou, nesta segunda-feira (10), a existência de pressão política, via Tribunal de Contas da União (TCU), contra o presidente Lula (PT) para obrigá-lo a interferir nas deliberações do PT da Paraíba e reverter va aliança do partido com o governador Lucas Ribeiro (PP) na disputa pela reeleição.

“O que a gente sabe é que tem uma pressão, se utilizando o Tribunal de Contas da União, para pressionar o presidente da República, para que o presidente da República interfira no partido”, denunciou o deputado.

Aguinaldo, porém, frisou acreditar que Lula não vai se submeter à “chantagem”. “Eu não acredito que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se submeta a chantagem de quem quer que seja”, complementou Aguinaldo.

O Tribunal de Contas da União é presidido pelo ministro Vital do Rêgo Filho, irmão do senador Veneziano Vital (MDB). Em fevereiro deste ano, a senadora Daniella Ribeiro (PP), na Rede Mais, acusou ‘Vitalzinho’, como é conhecido, de “chantagear” o presidente Lula em troca do apoio político do presidente ao seu irmão.