Sérgio Moro libera R$ 1,5 milhão em equipamentos de segurança para PB

Durante essa semana, o ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro, liberou mais de R$ 1,5 milhão em equipamentos para as forças de segurança da Paraíba. Entre os materiais doados, estão armas e munições. Ainda não há previsão de o material chegar ao estado.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado disse que aguarda a chegada dos equipamentos para realizar um evento de apresentação do material à população. Por questões de segurança, a logística do transporte não será divulgada.

Na solenidade de doação, que aconteceu em Brasília, Moro disse que a medida visa reforçar a parceria federativa entre União, estados e municípios, nas ações de segurança pública.

Com Mais PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri