Semana Pedagógica marca o início promissor do ano letivo na Rede Municipal de Educação de Gurjão

A Rede Municipal de Educação de Gurjão deu início ao ano letivo de 2024 de maneira inspiradora com a realização da Semana Pedagógica, promovida pela Prefeitura Municipal por meio da Secretaria Municipal de Educação. O evento, que aconteceu entre os dias 05 e 09 de fevereiro, teve como tema central “Os processos de ensino e aprendizagem: suas interrelações e interfaces”.

Durante essa semana crucial, todos os profissionais da educação, incluindo professores, auxiliares de sala, cuidadores, equipes gestoras, cozinheiras, auxiliares de serviço, porteiros e motoristas, se reuniram para um momento dedicado à acolhida, escuta, motivação e construção de novos conhecimentos e vivências.

A programação da Semana Pedagógica foi diversificada, abrangendo palestras, oficinas temáticas, encontros formativos e reuniões de alinhamento e planejamento entre as equipes, conforme a etapa de escolarização. Um destaque relevante do evento foi a parceria estabelecida com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), que contribuiu significativamente com seus professores e pesquisadores para ministrar formações. Essa colaboração proporcionou momentos de reflexão, aprendizado e construção de novos saberes entre os profissionais de Gurjão.

A Secretária de Educação de Gurjão, Vanderléia Lucena, expressou sua satisfação com a produtividade da Semana Pedagógica. “Nós buscamos fazer uma semana Pedagógica que de fato acolha, escute os nossos profissionais e aborde as necessidades demonstradas por eles. E ao longo de toda semana, nós pudemos vivenciar isso na prática. Cada professsor formador que esteve aqui conosco, além de toda a trajetória acadêmica e de pesquisador possui a experiência na educação básica e isso permite estabelecer um diálogo mais produtivo com os nossos professores e, assim, construir novas vivências e aprendizados”, comemorou a secretária.

O prefeito José Elias participou ativamente da programação, compartilhando sua alegria ao ver a educação de Gurjão alcançando resultados positivos. Em sua fala, ele destacou os investimentos realizados nos últimos anos e ressaltou a importância de cada profissional dedicar-se ao máximo, buscando sempre a aprendizagem e o desenvolvimento dos alunos.

“Investir no futuro é plantar no presente, fazendo uma educação pública e de qualidade para todos”, enfatizou o prefeito, reafirmando o compromisso do município com a excelência educacional e o desenvolvimento sustentável. A Semana Pedagógica deixou um legado de entusiasmo e comprometimento, lançando as bases para um ano letivo promissor em Gurjão.

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil