Seis apostas da Paraíba acertam quatro números na quina de São João e embolsam entre R$ 11 mil e R$ 33 mil

Pelo menos seis apostas feitas na Paraíba, sendo um bolão com 18 cotas, acertaram quatro dos cinco números na quina de São João, sorteados na noite deste sábado (22), e vão embolsar entre R$11.043,83 e R$33.131,34. As apostas foram realizadas em Campina Grande (01), João Pessoa (03), Patos (01) e Pedro Régis (01). No total, 1.714 apostas acertaram quatro números.

O maior prêmio, no entanto, saiu para três apostas que vão dividir o prêmio de mais de R$ 229 milhões da Quina de São João. Cada uma vai levar R$ 76.638.821,73.

As apostas são de São José do Rio Preto (SP), Viamão (RS) e Gouveia (MG). A aposta de Viamão foi uma aposta simples feito pela Teimosinha. As apostas de SP e MG foram bolões com 10 cotas.

Veja abaixo os números do sorteio da Quina de São João, concurso 6462, realizado neste sábado (22):

21 – 38 – 60 – 64 – 70

Veja quantas apostas foram premiadas:

5 acertos: 3 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ R$ 76.638.821,73;
4 acertos: 1.714 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 11.043,83;
3 acertos: 144.635 apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 124,64;
2 acertos: 3.833.840apostas ganhadoras, cada uma vai receber R$ 4,70.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri