Segunda vítima de acidente no Cariri não resiste e morre no Hospital de Trauma

A segunda vítima de um trágico acidente registrado na madrugada desta segunda-feira (1), na PB-214, rodovia que liga os municípios de Sumé e Congo, não resistiu aos ferimentos e faleceu na tarde desta segunda no Hospital de Emergência e Trauma, em Campina Grande.

Albertone e Meire, vítimas do acidente registrado na PB-214. Foto: Reprodução/Rede Social

De acordo com as informações, o acidente envolveu um casal, identificado por Albertone e Meire Queiroz. Eles trafegavam na rodovia quando colidiram com um carro. Albertone, de 36 anos, não resistiu aos ferimentos e faleceu no local do acidente. Meire chegou a ser socorrida e encaminhada para o Trauma, onde foi atendida. Porém, não resistiu aos ferimentos e morreu às 13h20, conforme informou o Serviço Social da unidade hospitalar.

O sepultamento do casal irá ocorrer no mesmo horário, às 8h00 desta terça-feira (2), em Sumé.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB