Secretaria de Meio Ambiente de Serra Branca distribui insumos para cultivo de horta em unidade prisional

Os membros da Secretaria de Meio Ambiente de Serra Branca, estiveram na unidade prisional do município, realizando a distribuição de insumos que irão contribuir para o desenvolvimento da horta, que é cultivada pelos apenados.

Foram entregues: húmus de minhocas, que servirão de adubo e sementes que para a continuidade dos plantios.

O projeto que se encontra em andamento, já colhe os seus primeiros resultados, pois já são possíveis as coletas de: frutas, legumes e folhagens.

Essa é uma prática de incentivo ao meio ambiente e uma contribuição direta no processo de ressocialização, que foi iniciada graças a uma parceria entre a SEMMA e direção da Unidade Prisional, na pessoa do gestor Thiago Marinho, com a colaboração da professora Guia Silva.

ASCOM – PMSB/SEMMA
Imagem: SEMMA

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri