“Se a vaga é da Assembleia, cabe à Assembleia decidir”, diz João sobre eleição para TCE

O governador João Azevêdo (PSB) evitou, na manhã desta segunda-feira (17), adentrar no mérito da candidatura da advogada Alanna Galdino, filha do deputado e presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), para o cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Azevêdo enfatizou que cabe ao Poder Legislativo dar o veredito sobre a indicação de Alanna para a Corte de Contas.

“Essa é uma decisão da Assembleia. Cabe aos deputados decidirem sobre isso. A referência é da Assembleia. Uma responsabilidade da Assembleia. A Paraíba se acostumou por um tempo em haver interferência entre os Poderes. Se é uma vaga que cabe à Assembleia, que a Assembleia decida”, avaliou Azevêdo durante lançamento de um pacote econômico de incentivos fiscais para o Centro Histórico de João Pessoa.

Durante a agenda, o governador afirmou que “não há nenhuma regra” estabelecida de que ele deva fazer a próxima indicação ao TCE. “As vagas não são pessoais. Vamos continuar dialogando como fizemos até hoje. O que estou dizendo é que quando chegarem as vagas, nós vamos ter a oportunidade de discutir”, frisou.

A advogada e médica Alanna Galdino, filha do deputado Adriano Galdino, foi a única inscrita para concorrer à vaga de conselheira do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para o lugar do conselheiro aposentado Arthur Paredes Cunha Lima. Alanna teve seu nome subscrito por 28 deputados.

Na tarde desta segunda-feira (17), a Comissão de Constituição e Justiça da ALPB fará uma sessão para discutir a indicação da advogada. Em seguida, o nome de Alanna vai para o crivo dos deputados durante sessão plenária.

Caso Alana seja aprovada, caberá ao governador João Azevêdo (PSB) fazer a nomeação.

Com MaisPB

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A três dias do segundo turno das eleições, termina nesta quinta-feira (22) o prazo para que candidatos façam comícios e atividades de campanha. Também é o último dia para a circulação paga ou impulsionada de propaganda eleitoral na internet.

De hoje até 24 horas depois do fim do pleito, ficam vedadas a publicação e a republicação de novos conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial ou tecnologia equivalente, que use imagem, voz ou manifestação de candidatos ou pessoas públicas.

Até o próximo sábado (24), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ainda poderá divulgar comunicados, boletins e instruções ao eleitorado, em até dez minutos diários requisitados às emissoras de rádio e de televisão. Parte desse tempo pode ser cedido aos tribunais regionais eleitorais.

No próximo domingo (25), os brasileiros deverão ir às urnas das 8h às 17h, para eleger o próximo presidente da República.

Eleitores do Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins definem ainda o próximo governador ou governadora. Nesses locais, a ordem de votação na urna é: governador e depois presidente.

Além disso, seis cidades brasileiras terão eleições suplementares para prefeito. Nesses municípios, os eleitores votam primeiro em presidente, depois em prefeito.

O TSE recomenda consultar previamente o local de votação no site do tribunal ou no aplicativo e-Título, e que os eleitores levem uma colinha com o número dos candidatos, anotados em papel. É proibido entrar com celular na cabine de votação.

Com Agência Brasil