Saúde de Sumé realiza campanha nacional de multivacinação

A Secretaria de Saúde de Sumé iniciou nesta segunda-feira (11), a Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização da Caderneta de Vacinação da Criança e do Adolescente.

Na manhã desta segunda, a secretária de Saúde, Alessandra Regina e sua equipe percorreram as ruas da cidade para anunciar a campanha e chamar atenção sobre a importância das vacinas.

O público alvo são crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias).

A multivacinação é uma estratégia realizada em um período determinado e em um curto intervalo de tempo para oferecer as vacinas de rotina, a fim de melhorar a cobertura, administrar as vacinas de forma seletiva, atualizar a caderneta e resgatar não vacinados.

Todas as unidades de saúde estão vacinando. O dia da mobilização nacional será no próximo sábado (16).

As vacinas ofertadas são: Hepatite A e B, HPV, Pneumocócica, Meningocócica, Rotavirus, Poliomielite, Tríplice Viral e outras.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB