Ronaldo Queiroz ressalta luta da AMCAP pela permanência de Comarcas no Cariri

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba durante sessão realizada nessa segunda-feira (14), decidiu pela extinção de nove zonas eleitorais no Estado. A decisão atende a uma determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida gerou polêmica no Estado e foi tema de audiência pública na Assembleia Legislativa da Paraíba.

O Presidente da Associação dos Municípios do Cariri e Agreste Paraibano (AMCAP) e prefeito de Gurjão, Ronaldo Queiroz, mostrou sua felicidade na permanência da Comarca de São João do Cariri, Serra Branca e das demais Comarcas. “Fomos a várias audiências em João Pessoa onde mostramos a viabilidade de cada Comarca e acho que foi o fator preponderante para o não fechamento das mesmas. Temos que colocar o nome da AMCAP que é nossa Associação e ela nos deu força e nos credenciou para irmos bater na porta do TRE e, consequentemente, para o não fechamento das Comarcas”, pontuou.

O presidente da Associação esteve em uma Audiência Pública realizada na Câmara Municipal de São João do Cariri, onde Ronaldo, em sua fala, se comprometeu em lutar para o não fechamento das Comarcas.

Ronaldo completou dizendo que não houve ajuda de deputado nenhum. “A AMCAP quem correu atrás de tudo, claro com os Prefeitos que foram as audiências e como disse anteriormente, se não nos uníssemos tínhamos perdido duas comarcas muito importantes”, ressaltou.

De Olho no Cariri

Com Ascom

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB