Romero anuncia veto ao aumento da tarifa do Uber em Campina Grande

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), anunciou na tarde desta quarta-feira (19) que vai vetar a emenda aprovada ontem (18) pela Câmara de Vereadores do município, que reajusta o valor mínimo das corridas no Uber e demais aplicativos. A antecipação do veto acontece depois da grande repercussão negativa na cidade, com a aprovação do reajuste.

“Haveremos de vetar uma parte do projeto que foi deliberado no dia de ontem no Legislativo. Essa questão da tarifa, esse ponto será vetado”, informou.

O projeto

Na última do semestre da ‘Casa’ os vereadores aprovaram, sem emendas, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Eles também aprovaram o projeto 162/2019, que regulamenta o serviço de Transporte Remunerado Privado Individual de Passageiros por meio de Plataforma Individual (UBER, 99, Cabify e Urbano). A proposta aprovada que regulamenta o transporte por aplicativo determina que o valor mínimo da tarifa paga será o dobro da passagem do transporte coletivo urbano.

Hoje, em Campina Grande, seria R$ 7,40, considerando que uma passagem de ônibus custa R$ 3,70. Atualmente o valor mínimo de uma viagem de Uber é R$ 5,43. O projeto aprovado vai para análise do prefeito Romero Rodrigues. Ele pode sancionar ou não a proposta.

Informações do Blog Pleno Poder – João Paulo Medeiros (Jornal da Paraíba)

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri