Repatriação de recursos é o principal item da pauta do Senado

Deve ser definido nesta semana o novo prazo para adesão à regularização de ativos mantidos ou enviados ilegalmente ao exterior. O projeto que trata do tema foi aprovado pela Câmara na quarta-feira (15). Agora, o Senado analisa as mudanças feitas pela Câmara no texto original (PLS4-5/2016). A previsão é de que a matéria seja votada na terça- feira (21).

“A repatriação precisa ser pautada e publicada no Diário do Senado. Já mandei pautar e publicar e na terça-feira vamos fazer a votação”, informou o presidente do Senado, Eunício Oliveira.

O presidente do Senado reiterou que a prioridade para a votação da proposta é compromisso firmado com governadores, que veem no projeto a possibilidade de garantir mais recursos para os cofres públicos dos estados e dos municípios. Parte dos recursos arrecadados (46%) deve ser repassada a estados e municípios, de acordo com o texto.

O projeto da repatriação, do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), foi aprovado pelo Senado no ano passado. Na Câmara, os deputados fizeram mudanças no texto, que voltou ao Senado na forma de um substitutivo (SCD 1/2017). Uma das principais mudanças foi a retirada da proibição expressa de que políticos com mandato possam aderir ao programa.

De acordo com a nova versão do texto, o prazo para a repatriação passou de 38 para 120 dias, que serão contados a partir da data de regulamentação do tema pela Receita. O patrimônio a ser declarado será aquele em posse do declarante em 30 de junho de 2016. A data prevista no texto que saiu do Senado era dezembro de 2015.

A tributação total também mudou. Enquanto a primeira versão aprovada no Senado previa 17,5% de Imposto de Renda e 17,5% de multa, o novo texto prevê 15% de imposto e 20,25% de multa. Dos valores arrecadados com a multa, 46% serão repartidos com os estados e os municípios por meio dos fundos de participação (FPE e FPM). O texto antigo previa 49%.
Polêmica

O ponto mais polêmico do projeto era a autorização para que cônjuges e parentes de políticos com mandatos aderissem ao programa. Durante a tramitação no Senado a autorização expressa para a adesão havia sido retirada. Na Câmara, o relator, deputado Alexandre Baldy (PTN-GO), incluiu a autorização no texto, mas ela foi retirada durante a votação em Plenário.

Também foi excluída do texto a proibição parta que a lei de regularização se aplicasse a mandatários do Legislativo e do Executivo de todos os Poderes, assim como a agente público da administração direta ou indireta no exercício de seu mandato ou investido em cargo, emprego ou função em 14 de janeiro de 2016.

Com Agência Senado

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Na tarde de hoje, Policiais Civis da Delegacia de Santa Luzia, deram cumprimento ao Mandado de Prisão Preventiva, expedido pela Comarca de Santa Luzia/PB, em desfavor do popular J.N.S, pela prática do Crime de Estupro de Vulnerável na cidade de Santa Luzia.

O fato teria ocorrido no mes de Fevereiro de 2026, e apresentava como vítima, uma menor de 11 anos de idade, portadora de necessidades especiais, diagnosticada com Deficiência Intelectual Leve. Demonstrando a repugnância do crime.

Destaque-se o fato de que o alvo do Mandado, J.N.S. já ter sido responsabilizado anteriormente pela pratica do mesmo delito também na cidade de Santa Luzia, ficando recolhido em Estabelecimento Prisional a época, permanecendo preso por aproximadamente 6 anos.

A ação restou exitosa devido a um trabalho de investigação munucioso que vem sendo realizado pela Equipe Investigativa da Delegacia, desde a comunicação célere por parte da vítima e seus representantes legais, diligências, e integração com o poder Judiciário e Ministério Público, dando a resposta, demonstrando o compromisso com paz social e responsabilização dos autores dos diversos delitos.

A Delegacia de Santa Luzia reforça a importância da participação da população nos trabalhos da Polícia Civil, colaborando com informações e denúncias através do canal institucional do Disk Denúncia 197, para elucidação dos diversos delitos na cidade e região.

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