Projeto de Lei de Carol Gomes é sancionado e quadrilhas juninas agora são patrimônio cultural imaterial de Campina Grande

O projeto de lei da vereadora Carol Gomes (União Brasil), que declara as quadrilhas juninas de Campina patrimônio cultural imaterial do município, foi sancionado pelo prefeito Bruno Cunha Lima na manhã de hoje (23).

A sanção do projeto de lei aconteceu na pirâmide do Parque do Povo, que nos últimos meses foi um dos locais de imunização contra covid-19, e hoje também foi palco de uma grande ação de incentivo à cultura, onde o prefeito Bruno realizou a entrega simbólica de cheque com maior apoio financeiro do município às quadrilhas juninas, o que equivale ao investimento de R$ 320.

“A gente não pode permitir que a nossa cultura vire folclore e para isso o que precisamos fazer é valorizar, não só com recursos financeiros, mas também com reconhecimento e dedicação”, falou o prefeito.

“As quadrilhas juninas são um verdadeiro símbolo de Campina Grande e nada mais merecido que esse reconhecimento. É a arte e o trabalho da nossa gente que passa de geração em geração. Nosso município respira essa cultura que, além de ser uma tradição, movimenta o turismo e a economia gerando renda para inúmeros campinenses”, disse Carol.

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O Partido dos Trabalhadores da Paraíba divulgou, nesta segunda-feira (14), uma nota de repúdio à atuação de policiais militares durante uma manifestação política realizada no município de Prata, no Cariri paraibano.

Segundo o partido, imagens e relatos divulgados sobre o episódio apontam para uma atuação marcada por ameaças e uso ostensivo de armas contra pessoas que participavam de uma manifestação em apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O caso teria ocorrido durante a concentração de uma carreata realizada no último sábado (12). Segundo relatos publicados sobre o episódio, policiais militares chegaram ao local e houve disparos de arma de fogo nas proximidades dos participantes. Vídeos também registraram uma discussão entre policiais e manifestantes, além de uma tentativa de retirada de um celular utilizado para registrar a ocorrência.

Na nota, o PT classificou a situação como “inaceitável” e afirmou que a Polícia Militar deve atuar para garantir a segurança da população, e não impedir ou constranger cidadãos por suas posições políticas.

O partido informou ainda que está cobrando da Corregedoria da Polícia Militar da Paraíba uma apuração imediata e rigorosa dos fatos, incluindo a identificação dos policiais envolvidos e a responsabilização daqueles que tenham cometido eventuais abusos.