Programa de Bolsas de Iniciação à Docência seleciona bolsistas e supervisores em Sumé

Estarão abertas de 3 a 8 de maio, as inscrições para a seleção de alunos bolsistas e de supervisores para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Universidade Federal de Campina Grande (PIBID/UFCG), subprojeto Ciências Sociais – Campus Sumé.

São oferecidas 15 vagas para bolsistas para estudantes do curso de Ciências Sociais do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido/Campus Sumé e duas para supervisores (profissional de magistério da Educação Básica em efetivo exercício na rede pública, na

escola vinculada ao Projeto PIBID/UFCG). As inscrições serão realizadas no setor de protocolo do campus.

A seleção do candidato consistirá na redação de uma carta de motivação explanando os objetivos pessoais do candidato com respeito ao Projeto PIBID/UFCG e ocorrerá em sessão coletiva, das 14h às 16h, do dia 10 de maio, em local a ser indicado pelo coordenador de área.

Veja os editais em www.cdsa.ufcg.edu.br.

Com Ascom
Rosenato Barreto

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB