Professores, estudantes e técnicos da UFCG aderem à Greve Geral de 14 de junho

Em todo o país, avança a mobilização para construção da Greve Geral de 14 de junho, convocada pelas centrais sindicais. Na Paraíba, várias plenárias unificadas estão sendo realizadas para organizar a paralisação contra a Reforma da Previdência do governo Bolsonaro.

Umas das instituições que adere ao ato é a UFCG, que realiza uma marcha com servidores, professores e estudantes a partir das 7h, nesta sexta-feira (14). A atividade terá concentração em frente ao prédio da instituição e seguirá até a Praça da Bandeira, no Centro da Cidade, onde haverá a manifestação geral.

O assessor da ADUFCG, Fred Oliveira, explicou que na sexta-feira não haverá aula na instituição. “Estamos dialogando com os alunos e professores sobre a importância dessa data como forma de denunciar a gravidade da reforma da Previdência. Não haverá aula na instituição no dia da Greve”, explicou.

A greve está sendo organizada pela CUT e demais centrais sindicais – CTB, Força Sindical, CGTB, CSB, Nova Central, CSP- Conlutas e Intersindical.

Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) cerca de 4,5 milhões de trabalhadores do setor devem parar no dia 14 de junho.

Os docentes da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) já decidiram aderir ao movimento e paralisar suas atividades desde a última assembleia da categoria, que aconteceu no dia 29 de maio em vários campi da UFCG espalhados pela Paraíba.

Com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri