Produtores rurais devem atualizar cadastro de rebanho até 31 de maio em São João do Tigre

A Prefeitura Municipal de São João do Tigre, por meio da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, anunciou o início do período de atualização cadastral de rebanhos, que ocorre entre 1º e 31 de maio de 2025. Todos os produtores rurais do município devem comparecer aos pontos indicados para regularizar sua situação.

A atualização dos rebanhos é obrigatória, e tem como principal objetivo garantir a sanidade animal e a segurança da produção pecuária no município. A ação também é essencial para manter São João do Tigre como referência em boas práticas sanitárias.

Por que atualizar o rebanho?
• Regulariza a propriedade junto aos órgãos competentes;
• Evita penalidades legais e restrições de atividades;
• Contribui diretamente para o controle de doenças e surtos;
• Fortalece a pecuária local, beneficiando toda a cadeia produtiva.

Os criadores devem procurar os escritórios da ULSAV (Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal) ou a própria Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente durante o período estabelecido, munidos de documentos pessoais e informações atualizadas sobre o rebanho.

A Prefeitura reforça que o não cumprimento do prazo pode acarretar sanções, como restrições na movimentação dos animais e impedimentos na participação em programas de incentivo à agropecuária.

Não deixe para a última hora! Faça sua parte e contribua para uma pecuária mais forte, segura e reconhecida em toda a região.

Para mais informações, procure os canais oficiais da Prefeitura ou a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de São João do Tigre.

De Olho no Cariri

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil