Prima abre inscrições para mais de 200 estudantes na PB; cidade de Monteiro será um dos polos

As inscrições para 203 vagas no Projeto de Inclusão Social Através da Música e das Artes (Prima) na Paraíba estão abertas até o dia 19 deste mês, conforme anunciado pelo governador, João Azevedo, em uma rede social, nesta terça-feira (9). As aulas são gratuitas e ocorrem em 23 polos, situados em diferentes municípios.

As oportunidades são para ocupar as vagas dos desistentes do primeiro semestre, segundo o coordenador do projeto Lau Siqueira. Os interessados devem ter a partir de oito anos de idade.

De acordo com o coordenador, as vagas serão ocupadas por ordem de inscrição e estudantes da rede pública de ensino, dos níveis fundamental e médio, têm prioridade. Aqueles que não forem selecionados, permanecerão em uma lista de espera.

Para realizar a matrícula, é preciso apresentar uma foto 3X4; além de cópias da identidade do aluno ou, caso não tenha, da certidão de nascimento; da declaração de matrícula de 2019 emitida pela escola; do boletim do primeiro semestre deste ano; da identidade do responsável; do comprovante de residência; e do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS).

As aulas começarão no dia 20 deste mês. Há polos do projeto em João Pessoa, Santa Rita, Conde, Pedras de Fogo, Sapé, Bananeiras, Campina Grande, Guarabira, Monteiro, Picuí, Cajazeiras, Catolé do Rocha, Itaporanga, Patos e Sousa. Informações sobre os locais podem ser consultadas nas redes sociais do Prima.

De Olho no Cariri

Com G1 PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri