Prefeitura efetua pagamento da primeira parcela do 13º salário aos servidores do Congo

Como tradicionalmente acontece em julho, mês da Festa de Santa Ana, a Prefeitura do Congo paga nesta quinta-feira (11) a primeira parcela do 13º salário do funcionalismo público municipal.

Algo em torno de R$ 240.000,00 serão injetados na economia do município a praticamente 15 dias do maior evento da cidade, a festa da sua padroeira. O dinheiro está disponível nas contas de todos os servidores, que podem efetuar o saque conforme desejarem.

De acordo com o prefeito Júnior Quirino, a medida é mais uma ação concreta adotada pela administração municipal visando valorizar a importância do funcionalismo para o mês do maior evento da cidade. “Esta iniciativa é uma forma de demonstrar o cuidado da administração com os servidores e a sua valorização. Assim os servidores poderão usufruir deste dinheiro e injetando mais dinheiro em todo o nosso comércio”, destacou o gestor.

De Olho no Cariri

Com Ascom PMC

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri