Prefeitura de Sumé vai realizar concurso público e define CPCON como banca organizadora

A Prefeitura de Sumé, no Cariri do Estado, contratou uma banca para organizar o concurso público para provimento de vagas no seu quadro de pessoal. A edição desta quarta-feira (26) do Diário Oficial do Estado trouxe a publicação da Prefeitura de Sumé dispensando o processo de licitação para contratar a banca organizadora.

Foi contratada a Comissão Permanente de Concursos (CPCON), ligada à Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), como responsável pelo certame. O valor a ser pago à CPCON para realizar todas as etapas do concurso é de R$ 190 mil, de acordo com o texto publicado.

A Prefeitura de Sumé pretende agora “afinar o discurso com a instituição para a publicação do edital”, de acordo com o chefe de gabinete Jeandro Rafael, em entrevista ao ClickPB. Ele informou ainda que até o momento não há o levantamento de quantas vagas e cargos deverão ser oferecidos no certame, mas em breve, estes dados estarão disponíveis.

A expectativa é de que sejam disponibilizadas muitas vagas para vários cargos de diferentes níveis de escolaridade. O último certame lançado pela Prefeitura de Sumé aconteceu no ano de 2017, quando foram oferecidas 70 vagas. Na época, havia vagas para magistério, motorista, cozinheiro, assistente de administração, assistente social, cirurgião dentista, enfermeiro, fisioterapeuta, médico, psicólogo, técnico em enfermagem, técnico em radiologia, técnico em laboratório de análises clínicas e técnico em saúde bucal.

De Olho no Cariri

Com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri