Prefeitura de Gurjão realiza nesta sexta o “Encontro pela paz em Gurjão”

Será realizado nesta sexta-feira(21) na cidade de Gurjão, no Cariri Paraibano, um evento nunca realizado em nossa região que é o “Encontro pela paz em Gurjão” , que terá inicio ás 19h e será realizado na creche municipal local em sua concentração.

Será um evento voltado para todas as religiões ,o evento para adoração da palavra de Deus por isso todas as religiões estão sendo convidadas, o evento contará com a apresentação do Pastor Levi Medeiros de Cuiabá no Mato Grosso e o show de Moises Lira.

“Estamos trazendo um evento inovador para nossa cidade , vamos sim adorar a imagem de nosso único Deus , por isso estamos reforçando para que toda a população participe de evento voltado para todo nosso povo” completou Ronaldo Queiroz.

Com Ascom

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri