Prefeitura de Camalaú nega que FPM esteja bloqueado e confirma pagamento dos servidores municipais

A Prefeitura Municipal de Camalaú emitiu uma nota explicativa neste domingo (30) para esclarecer que não há qualquer impedimento no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao mês de março de 2025.

Conforme informado, muitos municípios possuem parcelamentos ativos junto à Receita Federal como forma de garantir o equilíbrio fiscal e cumprir suas obrigações. Em Camalaú, esse parcelamento já estava vigente desde o ano passado. Entretanto, uma falha no débito automático entre o sistema da Prefeitura e da Receita Federal resultou em uma suspensão temporária na última sexta-feira (28).

Assim que a situação foi identificada, o setor de finanças da Prefeitura agiu imediatamente, realizando o pagamento devido e regularizando a situação de forma ágil. Dessa forma, nenhum serviço municipal foi afetado, e a folha de pagamento dos servidores foi quitada sem qualquer prejuízo.

A gestão municipal reafirma seu compromisso com a transparência e a responsabilidade na administração dos recursos públicos, garantindo que os serviços essenciais à população continuem sendo prestados com qualidade e eficiência.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB