Prefeito Júnior Quirino anuncia atrações da Festa de Santa Ana da cidade do Congo

A Prefeitura Municipal do Congo anunciou nesta quinta-feira(04) as atrações musicais que irão animar a tradicional Festa de Sant’Ana, padroeira do município.

O prefeito Júnior Quirino anunciou as atrações em primeira mão através de suas redes sociais. A festa social será realizada entre os 26 e 27 de julho e terá grandes atrações do cenário nordestino, a exemplo de Batista Lima, Gil Mendes, Dejinha de Monteiro, entre outros artistas consagrados e de destaques na atualidade.

A parte religiosa também será um dos pontos auges da festa, tendo em sua programação a realização de novenários, missas, procissão e quermesses.

Confira a programação social da Festa de Santa Ana 2019 da cidade do Congo:

Sexta-feira (26) = Dejinha de Monteiro – Gil Mendes – Thales Lessa

Sábado (27) = Bedeu Quirino – Giannini Alencar – Batista Lima

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri