Prefeito de Caraúbas contrata médico clínico geral para atender a população do Distrito de Barreiras

O prefeito Silvano Dudu do município de Caraúbas recebeu na manhã desta quinta-feira, dia 16/04, a visita do médico Mateus Gonçalves Vieira especialista da área de clinica geral e perito que irá atender a população do Estratégia da Saúde II, do Distrito de Barreiras.

A contratação do profissional se deu em virtude da vaga aberta no município para o programa Mais Médicos do Brasil. Com a saída dos médicos Dr. Tiago e Dra. Caliandra, o município se habilitou mais uma vez para receber novos profissionais da medicina que passarão a atuar imediatamente no município.

De acordo com o prefeito Silvano Dudu já a partir de amanhã Dr. Mateus Gonçalves Vieira estará atendendo a população no Distrito de Barreiras, onde estará a disposição de todos os caraubenses daquela área de atuação, afirmou ele.

Sei que a população estava ansiosa pela chegada do profissional depois da saída de Dr. Tiago, mas precisávamos cumprir com os prazos do programa, o que aconteceu graças a abertura da vaga através do competente edital, disse Silvano. As pessoas que estavam criticando a gestão por falta desse profissional, fica aqui a minha resignação e o compromisso que sempre tive com a saúde do nosso povo. Não tem sido fácil trazer profissionais como Dr. Mateus Gonçalves e tantos outros que já passaram por aqui, pois, existem procedimentos administrativos legais que a gestão precisa cumprir, concluiu o prefeito.

Mateus Gonçalves é natural de São José de Piranhas no alto sertão da Paraíba, já trabalhou nos municípios de Desterro e Taperoá e vem com o objetivo de servir a carência de profissionais existentes com a saída de outros profissionais da área. Vamos procurar fazer o melhor pela população do Distrito de Barreiras e do município de Caraúbas, cumprindo com as determinações da atual gestão da saúde pública municipal afirmou ele.

Seplacom

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil