Pavimentação da estrada entre São João do Cariri e Cabaceiras será prioridade, afirma prefeito eleito Chico de Eulina

O prefeito eleito de São João do Cariri, Chico de Eulina, já traçou uma das prioridades para sua gestão, que começa em 1º de janeiro: a construção de uma rodovia que conectará São João do Cariri ao município de Cabaceiras. Chico destacou que buscará recursos para viabilizar essa importante obra de infraestrutura.

Atualmente, já existe uma rodovia que liga o centro urbano de Cabaceiras ao distrito da Ribeira. A proposta de Chico visa ampliar essa malha viária, criando uma ligação direta entre os dois municípios, o que poderá fortalecer o desenvolvimento regional, facilitar o transporte e fomentar o turismo e o comércio entre as localidades. A iniciativa é vista como um passo estratégico para integrar ainda mais o Cariri paraibano. Esse projeto visa conectar o Cariri com a BR-412, que corta toda região.

A proposta de Chico tem conta com o apoio do prefeito de Cabaceiras, Tiago Castro e com o prefeito eleito, Ricardo Aires.

“Essa será um das nossa prioridades. Vamos buscar viabilizar essa rodovia, junto com os nosso parlamentares, Governo Federal e Governo do Estado”, expressou.

O Governo do Estado iniciará em breve a construção de um rodovia ligando Parari com São João do Cariri.

De Olho no Cariri

Com Blog do Bruno Lira

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB