Paula Wêndia vence eleição para Conselho Estadual do Cultura da região do Cariri paraibano

A socióloga e gestora de cultura e turismo de Sumé, Paula Wêndia, venceu as eleições para escolha dos membros do Conselho Estadual de Cultura da 5° Região, que compreende 18 municípios da região do Cariri ocidental.

A votação do Conselho Estadual de Cultura da 5° Região, Paula Wêndia aconteceu na sexta-feira (3), nos municípios de São João do Cariri, Serra Branca, Sumé e Monteiro. Paula Wêndia foi eleita com 416 votos contra 290 do professor Antônio Laudivam.

Ao todo 708 pessoas participaram da eleição. Em Sumé, o resultado foi o seguinte: Paula 326 votos contra 40 para Laudivam, em Serra Branca 88 votos para Paula contra 7 para Laudivam e 1 voto em branco, Monteiro 229 Laudivam, 2 para Paula e um voto em branco e São Joao do Cariri 14 para Laudivam e 0 Paula.

Paula Wêndia agradeceu aos 416 votos e destacou que sabe da responsabilidade de representar a classe artisca, cultural e a sociedade civil no âmbito deste importante Conselho Estadual de Cultura. “Por atuar como gestora de cultura conheço a realidade e os anseios das artistas e produtores de arte e cultura na região do Cariri. Acredito na cultura como ferramenta transformadora de pessoas e territórios, pois a implementação de políticas publicas setoriais trazem desenvolvimento econômico, social e territorial”.

Os novos conselheiros (as) Paula Wêndia (titular) e professor Laudivam (suplente), assim como os demais eleitos nas 14 regionais do Estado, tomarão posse no dia 24 de outubro e representarão os municípios de Amparo, Camalau, Caraúbas, Congo, Coxixola, Gurjão, Monteiro, Ouro Velho, Parari, Prata, Santo André, São João do Cariri, São João do Tigre, São José dos Cordeiros, São Sebastião de Umbuzeiro, Serra Branca, Sumé e Zabelê. Os novos conselheiros foram eleitos para o biênio 2021/2023.

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O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1