Paróquia Nossa Senhora dos Milagres lança logomarca comemorativa dos 275 anos

A Paróquia Nossa Senhora dos Milagres, em São João do Cariri, celebra 275 anos de missão no Cariri paraibano e, para marcar essa ocasião especial, lançou uma logomarca comemorativa.

A identidade visual do jubileu foi desenvolvida pelo administrador paroquial e reitor do santuário, Pe. Humberto. Segundo ele, a criação busca ser uma expressão simbólica da celebração, sem a intenção de substituir o brasão oficial da paróquia.

A logomarca traz elementos que remetem à tradição e devoção mariana, como as colunas presentes no santuário, a coroa e o cetro de Nossa Senhora, além da flor-de-lis, símbolo mariano. O destaque fica para os números 275, que representam os anos de existência da paróquia.

São João do Cariri é reconhecida por sua forte religiosidade e carrega o título de “Cidade da Fé”. Com uma história marcada pela devoção e tradições religiosas, o município se destaca como um importante centro de peregrinação e celebrações católicas na região.

Os fiéis são convidados a celebrar essa importante marca na história da igreja, que há quase três séculos tem sido referência de fé e devoção no Cariri paraibano.

De Olho no Cariri

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB