Parceria da Prefeitura de Sumé implementa Tecnologias Sociais de armazenamento de água para produção

Com o objetivo de promover o desenvolvimento rural sustentável no Município de Sumé, a Prefeitura de Sumé, o Governo da Paraíba e o Centro Vida Nordeste, através do Programa Segunda Água implementaram 64 tecnologias sociais para armazenamento de água para produção agropecuária.

Foram construídas 44 cisternas calçadão, 11 cisternas de enxurrada, quatro barragens subterrâneas e quatro barreiros trincheira. Com essa ação, os agricultores familiares beneficiados poderão armazenar mais água e ampliar sua produção agropecuária, garantindo sua soberania alimentar, ofertando mais alimentos para o mercado local e contribuindo com toda a economia do município.

O prefeito Éden Duarte compreende que essas ações de armazenamento de água potencializam a produção agropecuária. “Estamos lutando diuturnamente juntamente com nossa equipe e com parceiros para que Sumé tenha mais ações de armazenamento, captação e distribuição de água na zona rural, uma vez que essas ações refletem em desenvolvimento sustentável para o município”, declarou Éden.

De acordo com o agricultor José Vanderley, do sítio Carnaúba, que foi beneficiado com a tecnologia cisterna de enxurrada, essa ação irá propiciar um aumento na oferta de alimentos e reforçar a renda de sua família.

O diretor presidente do Centro Vida Nordeste, Luzimário Ferreira de Almeida afirma que esses projetos contribuem consideravelmente com a fixação do homem no campo e a geração de emprego e renda na economia local, e que parcerias entre a Prefeitura, Centro Vida Nordeste e Governo da Paraíba estão contribuindo com o desenvolvimento rural sustentável em Sumé.

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB