Paraíba vai ganhar três novas delegacias da Mulher, anuncia governador

Três novas delegacias especializadas de atendimento à mulheres serão construídas na Paraíba. O anúncio foi feito pelo governador João Azevêdo nesta sexta-feira (7), em João Pessoa, no evento de lançamento de uma série de ações em celebração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado neste sábado (8).

O evento, que aconteceu em João Pessoa, teve como foco o fortalecimento das políticas públicas de proteção, empoderamento e inclusão das mulheres no estado.

“Hoje anunciamos mais três delegacias da mulher, e vamos atingir o total de 10 [delegacias]”, disse João.”Vamos lançar [também] um edital voltado para a pesquisa, para que mulheres possam participar e apresentar projetos de pesquisas junto a Fapesq [Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado da Paraíba] e a ampliação da Patrulha Maria da Penha, que chefa a Patos e região”, completou ele.

O governador da Paraíba destacou a necessidade de combater o machismo e fortalecer políticas públicas voltadas à proteção das mulheres e ao combate à discriminação de gênero.

“Temos que manter essas políticas sempre vivas, porque infelizmente ainda vivemos numa sociedade machista, que discrimina muito as mulheres. A gente precisa continuar fazendo essa trabalho. E esse trabalho vem desde a educação, dentro das escolas, para que a gente forme homens com outra mentalidade. Enquanto houver necessidade, o governo vai estar presente com essas ações que são muito mais no sentido de proteção para evitar um mal maior no futuro”, afirmou João.

Mais PB

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB