Paraíba tem chuvas abaixo da média na 1ª quinzena de agosto; cidades no Cariri não registraram precipitações

O mês de agosto está sendo de chuvas abaixo da média histórica na Paraíba, conforme apontam os dados de precipitação divulgados pela Agência Executivo de Gestão das Águas (Aesa). De acordo com a meteorologista Marle Bandeira, o motivo é um sistema de alta pressão que está atuando sobre o Nordeste e tem inibido a formação de nuvens e, consequentemente, de chuvas na região.

Bananeiras, por exemplo, foi o segundo município com mais chuvas neste mês. Ainda assim, só choveu por quatro dias até a quinta-feira (17) um total de 24,8mm, apenas 25% do esperado para o mês todo, que é de 98,6mm.

A capital João Pessoa teve 20mm de chuvas, considerado o posto DFAARA, que é o equivalente a 14,28% do esperado para todo o mês, de 140mm.

Em alguns municípios monitorados pela Aesa, como São Domingos do Cariri, Cabaceiras, Caturité e Itapororoca, não choveu durante todo o mês de agosto. Em Boqueirão, onde fica o açude que abastece Campina Grande e região, choveu 0,6mm, 2,79% do esperado para o mês, de 21,5mm.

Segundo Marle, há a expectativa de enfraquecimento do sistema de alta pressão durante o fim de semana. Porém, ainda assim, não existe garantia de que vai chover nos próximos dias. A previsão é de chuvas rápidas e passageiras no litoral.

Para esta sexta-feira, a previsão é de chuvas passageiras e isoladas no litoral, céu parcialmente nublado a claro no Brejo e Agreste e céu claro no Cariri/Curimataú, Sertão e Alto Sertão.

Com G1

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB