Paraíba tem a menor taxa de mortalidade infantil do Nordeste

Dados do Ministério da Saúde (MS) mostram que a Paraíba possui a menor taxa de mortalidade infantil entre os estados do Nordeste. Entre os estados brasileiros com menor índice, a Paraíba se destaca em nono lugar, apresentando melhores resultados que a média nacional. No período de 2010 a 2016, a Paraíba apresentou uma redução de 13% da taxa de mortalidade infantil (TMI), sendo o estado nordestino com o menor índice. São 12,64 óbitos para cada 1.000 nascidos vivos. Em 2016, após 26 anos em queda, a taxa no Brasil voltou a subir.

De acordo com Diana Pinto, chefe da Gerência Operacional de Resposta Rápida, setor que acompanha os indicadores de saúde na Secretaria de Estado da Saúde (SES),  assim como em todo o país, houve um crescimento no ano de 2016, “parte ocasionado pela epidemia de Arboviroses e o surgimento do Zika Vírus”, explicou.

Segundo a secretária de Estado da Saúde da Paraíba, Claudia Veras, o indicador de mortalidade infantil é um indicador clássico que avalia qualidade de atenção à saúde e qualidade de vida da população. “As maiores e mais drásticas reduções se deram numa época em que a mortalidade infantil tinha um componente muito forte de doenças de origem infectocontagiosas. Hoje a gente tem outro perfil de mortalidade infantil, onde o componente neonatal é mais associado, por exemplo, às doenças congênitas, tem a prematuridade, e aí é mais difícil de ter um impacto nas reduções mesmo”, finalizou.

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Com Secom PB

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O governo federal antecipou os pagamentos do Bolsa Família de outubro e concentrou os depósitos em três datas. A parcela deste mês será a primeira com o piso de R$ 691, anunciado pelo governo em 17 de setembro. A antecipação foi anunciada nesta segunda-feira (19).

Segundo o governo federal, a mudança busca reduzir os impactos do super El Niño sobre as famílias mais vulneráveis.

A unificação também será adotada em novembro e dezembro, meses em que o fenômeno climático pode intensificar seus efeitos no país.

A decisão foi tomada pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), com base em análises sobre o aumento de desastres climáticos e nas previsões para os próximos meses.

Mesmo com a medida anunciada pelo governo nesta segunda-feira, os beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1 e 2 recebem nas datas já previstas pelo calendário regular. A mudança acontece a partir da quarta-feira, para aqueles com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.

Com G1