Paraíba realiza Dia D de vacinação contra Covid-19 neste sábado

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizará, no sábado (25), o Dia D de vacinação contra a Covid-19. O intuito é oportunizar o acesso da população à vacina. A mobilização ocorrerá nos 223 municípios, com abertura de forma simultânea em João Pessoa e Campina Grande.

De acordo com o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, o objetivo é ampliar a oferta da dose (D1) para aqueles que já estão contemplados na Campanha e não foram ainda vacinados, além de melhorar as coberturas de dose 2 (D2) daqueles que já estão no período adequado para fechamento de seu esquema vacinal.

“Vamos realizar o Dia D no sentido de garantir o acesso a todas as pessoas que ainda não conseguiram se vacinar. Alinhamos com todos os municípios que não será necessário o agendamento prévio para poder tomar vacina”, pontua. 

O secretário destaca que a meta mínima a ser alcançada para a vacinação é de 90% do público-alvo preconizado pelo Programa Nacional de Imunizações. E solicita o empenho das gestões municipais no sentido de informar os dados de doses aplicadas no site de campanha de forma diária. 

A Paraíba já recebeu um total de 5.228.180 de doses. Até o momento, 2.665.199 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 1.275.203 completaram os esquemas vacinais onde 1.212.523 tomaram as duas doses e 62.680 utilizaram imunizante de dose única. De acordo com os dados registrados, 523.480 pessoas estão com esquemas vacinais incompletos. 

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O deputado federal Zé Tovão (PL-SC), aliado do senador e candidato à Presidência da República, Falávio Bolsonaro (PL-RJ), acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quinta-feira (15).

O ministro André Mendonça foi sorteado relator do caso no TSE.

Com o reajuste, o piso do programa passa de R$ 600 para R$ 691. O novo valor começa a valer no mês de outubro, com pagamentos a partir de 19 de outubro, entre o primeiro e o segundo turno (se houver) das eleições presidenciais.

Segundo o Ministério do Planejamento, o custo do reajuste do Bolsa Família, neste ano, será de R$ 5,8 bilhões. Para 2027, o impacto nas despesas será de R$ 22,7 bilhões.

Em agosto, o governo enviou ao Legislativo a proposta de orçamento para 2027 sem contemplar aumento nos valores do programa.

O que diz o governo

O Ministério da Fazenda informou que o reajuste do Bolsa Família apenas repõe as perdas inflacionárias dos últimos anos, o que não equivaleria a um aumento do benefício social.

De acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), a lei que instituiu o novo Bolsa Família, em 2023, autoriza o Poder Executivo a “corrigir os valores dos benefícios e proíbe sua redução”.

“Ao editar o ato, o Governo Federal exerce, portanto, a competência que o Congresso Nacional lhe atribuiu”, acrescentou o orgão em posicionamento divulgado à imprensa.

Segundo a AGU, a correção do benefício pela inflação, sem a ampliação do público beneficiado, está “fora do alcance de qualquer vedação eleitoral”.

Com Portal G1