Pai de GD revela ter pressentido acidente e confirma que Gabriel contratou táxi aéreo

Francisco Cizinato Diniz, pai do cantor Gabriel Diniz, que morreu em um acidente de avião em Sergipe e está sendo velado no Ronaldão, em João Pessoa, disse em entrevista à imprensa nesta terça-feira (28), durante o velório do filho, que pressentiu o acidente com GD no momento em que o cantor informou que havia contratado um avião. Cizinato desmentiu a versão do Aeroclube de Alagoas de que Gabriel pegou carona, pois seu filho pagou para fretar a aeronave.

“Ele disse, painho, eu ia de carro, vai gastar muito tempo, a gente contactou uma empresa aqui e eu fechei um voo, ele vai para Salvador comigo, eu vou pra Feira de Santana de carro, vou ao médico – por sinal o médico está aqui, hoje, o médico que ele foi se consultar – e volto pra cá, pra gente se encontrar. Então, assim…quando ele falou isso, eu confesso que eu senti que ia acontecer isso e não tive a coragem de falar isso pra ele ou falar isso pra alguém porque ele é muito forte, ia dizer não, isso é brincadeira, painho, isso não existe”, lembrou Francisco Cizinato.

Ontem, Francisco Cizinato, por volta de 13h40, recebeu uma ligação de um funcionário da banda, perguntando por notícias de Gabriel. “E essa pessoa nunca liga pra mim”, frisou. Esse funcionário perguntou o que estava acontecendo com Gabriel e mostrou umas fotos. O pai do cantor disse que, na hora, não queria acreditar.

“Às vezes você pensa que está sonhando, mas você não está”, disse, explicando o quanto é difícil este momento pelo qual sua família está passando.

Com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri