Opera Paraíba promove cirurgias ginecológicas e gerais no Hospital Santa Filomena, em Monteiro

A equipe itinerante do Programa Opera Paraíba realiza nesta quinta-feira (25) na cidade de Monteiro, mais 26 cirurgias gerais e ginecológicas. Os procedimentos acontecem no Hospital Santa Filomena, unidade da rede hospitalar estadual.

A proposta do Opera Paraíba, uma iniciativa do Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Saúde do Estado (SES), é facilitar o acesso e reduzir o tempo de espera da população por cirurgias eletivas de forma regionalizada nas três macrorregiões de saúde.

A diretora-geral da unidade, Adriana Rodrigues, esclarece que a iniciativa vai contemplar a população da 5ª Gerência de Saúde, que atende o próprio município e mais 17 cidades do Cariri paraibano. “O Opera Paraíba tem beneficiado muito os pacientes do Cariri, e chega mais uma vez na nossa unidade para trazer saúde, bem-estar e qualidade de vida para quem busca tratamento através de cirurgias,” enfatiza.

A aposentada Esmeraldina Nascimento, de 63 anos, estava ansiosa pela realização da cirurgia de retirada da vesícula. “Eu estou muito feliz de ter sido chamada pra cirurgia porque tenho sofrido demais com essa vesícula, não posso comer direito que fico enjoada, já tive várias crises. Dei entrada em dezembro e agora já estou aqui, vai ser muito bom,” comentou.

Em janeiro, o programa já cumpriu calendário itinerante nas cidades de Picuí, Solânea, João Pessoa, Catolé do Rocha, Campina Grande e Santa Luzia.

Para participar do programa, é necessário que o usuário faça a solicitação por meio da secretaria de saúde de seu município ou realize o cadastro na plataforma operaparaiba.pb.gov.br preenchendo os dados pessoais e anexando comprovante de residência, exames e laudos médicos.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri