Nome da rede de Wi-fi de passageiro atrasa voo em mais de 4 horas: ‘eu tenho uma bomba’

Um voo da American Airlines decolou com mais de quatro horas de atraso por causa do nome da rede de Wi-fi de um passageiro. A aeronave 2863, que partiu de Austin, no Texas, com destino a Charlotte, na Carolina do Norte, foi evacuada porque o nome da rede era “Eu tenho um bomba”.

Passageiros já estavam prontos para embarcar, quando foram informados que precisariam sair do avião e aguardar no portão de embarque. A polícia também decidiu retirar a bagagem de dentro da aeronave para revistar as malas novamente em busca de explosivos. 

Segundo o site Daily Mail, as autoridades chegaram a chamar a atenção de quem estava a bordo, pedindo que o passageiro responsável pela rede de Wi-fi se identificasse: “Se isso é uma piada, por favor, levante a mão agora, porque podemos lidar com essa brincadeira de forma diferente, do que se tivermos que fazer uma investigação completa do que está acontecendo aqui”. Como ninguém se manifestou, foi necessário retirar todos do avião e revistar tudo outra vez.

Apesar do atraso de quase cinco horas, o avião embarcou normalmente, e o responsável pela rede de Wi-fi não foi identificado, o que irritou ainda mais os passageiros que queriam fazer a viagem no tempo previsto. 

Em 2014, um incidente semelhante aconteceu em Londres quando um ponto de acesso foi salvo com o nome  ‘Al-Quida Free Terror Network’ (Rede Al-Quida de Terror Livre, em português). Na época, a situação causou um atraso ainda maior, de 17 horas no voo. Na ocasião, passageiros precisavam até passar a noite em hotéis até que o voo fosse liberado.

Com O TEMPO

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB