Mulher que acusa Neymar de estupro deu facada em ex-marido

A mulher que acusa Neymar de estupro, Najila Trindade Mendes de Souza, de 26 anos, atingiu com faca o ex-marido, Estivens Alves, em 2014, após uma suposta discussão. As informações foram dadas pelo Balanço Geral, da Record TV, com base em um boletim de ocorrência.

‘Entendi que era agressão’, diz ex-advogado de acusadora de Neymar.  O ex-marido, na época, deu entrada no Pronto Socorro do Hospital do Campo Limpo, em São Paulo, por causa dos ferimentos.

A polícia, depois de tentar contatar a vítima, se dirigiu à residência de Najila, que informou ter havido uma discussão entre ambos e que, na realidade, fora ela a agredida e que se defendeu.

Nesta quinta-feira (6), Najila reafirmou as acusações de estupro e agressão contra Neymar e disse que tem recebido ameaças de “pessoas poderosas” e de advogados.

Já o ex-marido, após vir a público para dizer que Neymar expôs o nome de seu filho, ao tornar públicas fotos íntimas de Najila, diz estar sofrendo ataques nas redes sociais por causa de sua manifestação.

Com Click PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri