MPPB e Receita interditam ‘Praiano bar’ e ‘Lovina’ e gerentes são presos

Uma operação integrada entre Programa de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério Público do Estado da Paraíba( MP-Procon), Polícia Civil, Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) e Receita Estadual interditou bares badalados na orla da Grande João Pessoa, na manhã desta terça-feira (11).

Na operação denominada “Consumo Seguro”, duas pessoas chegaram a ser detidas em flagrante e encaminhadas às Central de Polícia.O proprietário do Praiano Bar, Joscélio  Costa, no bairro do Bessa e um dos gerentes do Lovina Tropical, na orla de Cabedelo foram autuados.

De acordo com o agente de fiscalização do Ministério Público, Rogério Antunes, vários produtos sem condições de consumo foram encontrados em um dos estabelecimentos.”Vários produtos impróprios para o consumo, sem data de validade, produtos com data de validade vencida, sete produtos sem identificação, então, com tudo isso foi dado voz de prisão em flagrante ao proprietário que se encontrava aqui. Ele foi autuado crime de relação do consumo no artigo 7º e será o mesmo princípio ativo do estabelecimento.

O estabelecimento será interditado totalmente pela vigilância sanitária do município de João Pessoa até que o mesmo tome as providências, para que a sua o seu estabelecimento volte a funcionar normalmente. Geralmente é um prazo de quantos dias para que seja tudo regularizado, aí fica a critério da Vigilância Sanitária”, disse.”Além desse ponto aqui alguns outros estão sendo fiscalizados nesse momento e outras interdições podem acontecer, isso é no caso do Lovina, que também foi interditado totalmente.

Foram encontrados produtos também impróprios para o consumo. Lá também o gerente foi conduzido à Delegacia, no caso de prisão em flagrante pelo mesmo crime crime contra relação de consumo”, disse.

O proprietário do Praiano é Joscélio Costa, também proprietário do Bar do Cuscuz. O proprietário do Lovina é Mercinho Lucena, filho de Cícero Lucena.

Com Polêmica PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri