MPF investiga Prefeitura da Prata sobre suspeita de fraude em licitação

O Ministério Público Federal da Paraíba (MPF-PB) abriu investigação contra a prefeitura municipal da Prata, no interior do estado, por eventual fraude em licitação.

A investigação está sob responsabilidade da procuradora Janaína Andrade de Sousa, que publicou a informação no Diário Eletrônico do MPF, nesta quarta-feira (5).

“Instaurar, com fulcro no art. 129, III, da Constituição Federal e arts. 6º, VII, b, e 38, I, da Lei Complementar n. 75/93, Inquérito Civil – IC cujo objeto consiste em: “apurar manifestação em face dos representantes da empresa Santa Júlia Incorporadora e Construtora LTDA e da comissão de licitação, na Tomada de Preços nº 005/2014 supostamente fraudulenta, realizada pela Prefeitura Municipal da Prata/PB”.

Também por supostas irregularidades, o MPF abriu, ontem (4), três inquéritos para investigar contratos firmados pelas prefeituras de Santana de Mangueira, Monteiro e Sumé.

De Olho no Cariri

Com Mais PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri