Ministério credencia cidade do Congo e mais 12 cidades da PB para investimentos na Saúde

Sousa e outras treze cidades paraibanas foram credenciadas pelo governo federal para receber investimentos que visam a construção de polos do Programa Academia da Saúde. A informação está no Diário Oficial da União desta quinta-feira (4).

De acordo com a portaria, os polos serão construídos com recurso de investimento do Ministério da Saúde e habilitados como Similar ao Programa Academia da Saúde, a receberem recursos referentes ao incentivo de custeio das ações do Programa Academia da Saúde.

A única cidade do Cariri a ser contemplada com o investimento foi a cidade do Congo, que brevemente ganhará uma Academia da Saúde.

As cidades escolhidas foram as seguintes: Baraúna, Belém, Cajazeirinhas, Congo, Desterro, Itaporanga, Lagoa de Dentro, Manaíra, Nova Palmeira, Olho D’Água, Paulista, Pocinhos, Salgado de São Félix e Sousa.

De Olho no Cariri

Com Mais PB

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri